Soberano, Bahia vence Sport e é tri da Copa do Nordeste
Após meses de disputa, enfim a Copa do Nordeste 2017 chegou ao fim. Bahia e Sport se enfrentaram numa final de 180 minutos, e após um empate em 1x1 na Ilha do Retiro, o Tricolor baiano levou a melhor na partida de volta, vencendo por 1x0 e levantando a taça pela terceira vez em sua história.
O JOGO
Mesmo com os Rubro-negros precisando do gol para reverter a vantagem dos donos da casa, foram os baianos que começaram pressionando, chegando perto do gol já aos 4 minutos, em cabeçada de Régis por cima do gol. Pouco depois, aos 12, Edgar Junio recebeu de Armero, passou com facilidade por Durval e encobriu Magrão, marcando um belo gol e coroando o melhor futebol do Bahia em campo. No primeiro tempo, o Sport só assustou no chute de Rogério, no minuto seguinte ao gol, quando o atacante leonino esperou a bola quicar e chutou forte, mas a bola foi para fora. Após isso o Tricolor de Aço voltou a ser soberano em campo, tendo uma grande chance com Régis aos 18, após falha de Matheus Ferraz o meia que voltava de suspensão balançou as redes, mas do lado de fora. Aos 30, o segundo gol baiano esteve ainda mais próximo, quando Edigar Junio cabeceou na trave, e o que já estava difícil para o Leão ficou ainda mais complicado quando o atacante Rogério foi expulso aos 32 minutos, por simular um pênalti quando já tinha cartão amarelo.
Para a segunda etapa, precisando de um gol, o técnico Ney Franco optou por uma mudança ousada, tirando o lateral Raul Prata e colocando o atacante Marquinhos, que voltava de lesão. Porém a mudança não surtiu efeito e o Sport continuou dominado pelo Bahia, que com 2 minutos já marcou um gol, porém Edigar Junio completou em impedimento o chute cruzado. Daí em diante, o nome do jogo passou a ser o goleiro do Sport, que trabalhou bastante, evitando um placar mais elástico. Aos 10, espalmou para escanteio a finalização de primeira de Régis, dois minutos depois salvou com o pé nova finalização de Edigar Junio. Aos 21 foi a vez de Zé Rafael parar no arqueiro leonino após chute da entrada da área, e Magrão ainda viria a evitar o gol novamente na reta final da partida, aos 44 minutos. Quando nada pôde fazer, Magrão viu Matheus Ferraz salvar em cima da linha aos 25 e Allione finalizar para fora aos 34. O Sport, assim como no primeiro tempo, só chegou uma vez, em chute cruzado de Everton Felipe, que não exigiu dificuldades do goleiro Jean para fazer a defesa.
A ATUAÇÃO DO SPORT
Defensivamente, o Leão começou perdido em campo. Não acostumado ao esquema com três zagueiros, os defensores Rubro-negros não conseguiam conter as investidas baianas, e se não fosse o inspirado Magrão, o placar teria sido mais feio para o Sport. Durval, ídolo da torcida, ficou marcado na partida pela falha no gol do Bahia, onde foi facilmente driblado após dar espaço para o atacante adversário. Henriquez fez uma atuação discreta, sem comprometer, e Matheus Ferraz, mesmo quase entregando um gol, conseguiu desempenhar sua função também sem ser determinante para o placar.
O meio de campo foi novamente o maior ponto fraco da equipe de Ney Franco. Aberto, o setor deixou muito espaço para que o Bahia trabalhasse suas jogadas e ganhasse quase todas as disputas de bola. Ronaldo e Fabrício não foram bem, inclusive o segundo foi substituído, dando lugar a Everton Felipe, que foi um dos melhores em campo. Na criação, Diego Souza teve uma participação muito discreta, e nas alas, uma noite nada inspirada de Mena na esquerda e uma partida que vinha sendo boa de Raul Prata até ser substituído por Marquinhos, que entrou muito mal.
O ataque foi outro setor que não funcionou, levando perigo apenas em dois momentos ao gol de Jean. Rogério era o mais participativo até ser infantilmente expulso, André esteve numa noite bastante apagada e Leandro Pereira, que entrou na segunda etapa, também não conseguiu acrescentar em nada.
O JOGO
Mesmo com os Rubro-negros precisando do gol para reverter a vantagem dos donos da casa, foram os baianos que começaram pressionando, chegando perto do gol já aos 4 minutos, em cabeçada de Régis por cima do gol. Pouco depois, aos 12, Edgar Junio recebeu de Armero, passou com facilidade por Durval e encobriu Magrão, marcando um belo gol e coroando o melhor futebol do Bahia em campo. No primeiro tempo, o Sport só assustou no chute de Rogério, no minuto seguinte ao gol, quando o atacante leonino esperou a bola quicar e chutou forte, mas a bola foi para fora. Após isso o Tricolor de Aço voltou a ser soberano em campo, tendo uma grande chance com Régis aos 18, após falha de Matheus Ferraz o meia que voltava de suspensão balançou as redes, mas do lado de fora. Aos 30, o segundo gol baiano esteve ainda mais próximo, quando Edigar Junio cabeceou na trave, e o que já estava difícil para o Leão ficou ainda mais complicado quando o atacante Rogério foi expulso aos 32 minutos, por simular um pênalti quando já tinha cartão amarelo.
Para a segunda etapa, precisando de um gol, o técnico Ney Franco optou por uma mudança ousada, tirando o lateral Raul Prata e colocando o atacante Marquinhos, que voltava de lesão. Porém a mudança não surtiu efeito e o Sport continuou dominado pelo Bahia, que com 2 minutos já marcou um gol, porém Edigar Junio completou em impedimento o chute cruzado. Daí em diante, o nome do jogo passou a ser o goleiro do Sport, que trabalhou bastante, evitando um placar mais elástico. Aos 10, espalmou para escanteio a finalização de primeira de Régis, dois minutos depois salvou com o pé nova finalização de Edigar Junio. Aos 21 foi a vez de Zé Rafael parar no arqueiro leonino após chute da entrada da área, e Magrão ainda viria a evitar o gol novamente na reta final da partida, aos 44 minutos. Quando nada pôde fazer, Magrão viu Matheus Ferraz salvar em cima da linha aos 25 e Allione finalizar para fora aos 34. O Sport, assim como no primeiro tempo, só chegou uma vez, em chute cruzado de Everton Felipe, que não exigiu dificuldades do goleiro Jean para fazer a defesa.
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / Bahia
A ATUAÇÃO DO SPORT
Defensivamente, o Leão começou perdido em campo. Não acostumado ao esquema com três zagueiros, os defensores Rubro-negros não conseguiam conter as investidas baianas, e se não fosse o inspirado Magrão, o placar teria sido mais feio para o Sport. Durval, ídolo da torcida, ficou marcado na partida pela falha no gol do Bahia, onde foi facilmente driblado após dar espaço para o atacante adversário. Henriquez fez uma atuação discreta, sem comprometer, e Matheus Ferraz, mesmo quase entregando um gol, conseguiu desempenhar sua função também sem ser determinante para o placar.
O meio de campo foi novamente o maior ponto fraco da equipe de Ney Franco. Aberto, o setor deixou muito espaço para que o Bahia trabalhasse suas jogadas e ganhasse quase todas as disputas de bola. Ronaldo e Fabrício não foram bem, inclusive o segundo foi substituído, dando lugar a Everton Felipe, que foi um dos melhores em campo. Na criação, Diego Souza teve uma participação muito discreta, e nas alas, uma noite nada inspirada de Mena na esquerda e uma partida que vinha sendo boa de Raul Prata até ser substituído por Marquinhos, que entrou muito mal.
O ataque foi outro setor que não funcionou, levando perigo apenas em dois momentos ao gol de Jean. Rogério era o mais participativo até ser infantilmente expulso, André esteve numa noite bastante apagada e Leandro Pereira, que entrou na segunda etapa, também não conseguiu acrescentar em nada.

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